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		<title>1º de abril: o dia da verdade e o Mico</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 00:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>New</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos perdidos da nossa mente...]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<description><![CDATA[wSeria cômico se não fosse trágico ter um dia para fazer apologia à mentira ( e por tabela, a seu pai).
No dia 1º de abril de 2010, por voltas das 11h45min recebi uma ligação do Piu. Marquinho, nosso batera havia quebrado o pé, jogando futsal no dia anterior.
Seria cômico se não fosse trágico ter um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">wSeria cômico se não fosse trágico ter um dia para fazer apologia à mentira ( e por tabela, a seu pai).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: 1px; height: 1px; top: 0px; left: -10000px;">No dia 1º de abril de 2010, por voltas das 11h45min recebi uma ligação do Piu. Marquinho, nosso batera havia quebrado o pé, jogando futsal no dia anterior.</div>
<p>Seria cômico se não fosse trágico ter um dia para fazer apologia à mentira ( e por tabela, a seu pai).</p>
<p>No dia 1º de abril de 2010, por voltas das 11h45min recebi uma ligação do Piu. Marquinho, nosso batera havia quebrado o pé, jogando futsal no dia anterior. A situação por si só já era ruim para todos, dolorosa pro Marquinho, quando a ficha ca&#8230; digo, quando a conexão foi estabelecida e o fato real fez o download. A gravação do 2º cd que demorou tanto tempo pra começar ia parar novamente. Mas era pior: no dia seguinte nós iríamos pra um acampamento em Araçoiaba da Serra com a galera da 8ª IPI de Sorocaba, tocar durante os 3 dias.  O que fazer??? De repente me deu um PAM! (som de erro do windows). Era 1º de abril! O Véio (Marquinho) não costuma fazer isso mas ele poderia esta zoando com a gente. Quando saí pra almoçar passei na casa dele e descobri que a posssível “mentira” era verdade. Lá estava ele deitado na poltrona do papai com o pé esticado e usando uma bota ortopédica.</p>
<p>Conversamos um pouco; ele contou os detalhes; rimos como sempre fazemos nas nossas horas de dor. Ficaria 40 dias de molho. <strong>“QuarentadiasdemolhomeuDeusoquevamosfazer?</strong>” Pensava eu sem me concentrar enquanto faziamos piadas sobre a situação.</p>
<p>Almocei, voltei pro trampo, conversei com o Piu e com o Gui; começamos a pensar nas alternativas e logo descobrimos que todas eram inviáveis. Todos que conhecíamos e que poderiam nos ajudar já tinham compromisso. Apesar de não saber como seria, decidimos ir assim mesmo e honrar não só nossa palavra dada, mas honrar ao Deus que não falha. Comecei a falar com Ele e detalhei a angústia das minhas incertezas. Aí me lembrei que há muitos anos atrás, o Marquinho não pode participar de um evento com a gente. A situação era parecida. Fomos sem saber o que fazer e chengando lá tinha um cara jóia que se prontificou a tocar com a gente e foi uma benção. Então eu disse pra Deus: da mesma forma que o Senhor foi misericordioso com a gente naquela vez, seja agora e não permita que as minhas dúvidas e medos me dominem, mas que a certeza da Tua provisão tome o meu coração.</p>
<p>A partir desse momento me acalmei e descansei.</p>
<p>Saímos no dia seguinte como combinado e já no meio do caminho, novas desventuras em série: o pneu trazeiro da Courier furou.  Mó trampo pra trocar o pneu, com a bendita carregada. Pneu trocado, prosseguimos a viagem. Seguindo o mapa que o Qui&#8230; ops, pastor Quim  nos indicou, chegamos ao local do Acamp. <strong>“Poxa, estamos ficando tiozão mesmo, olha que galera diferente”</strong> pensei. Logo veio um cara muito risonho nos receber, perguntou de onde éramos, se queríamos tomar café e tals. Imagina que não né? Café é nosso sobrenome do meio. Ele, pastor Willian, nos levou para o refeitório do local, já baixou bolo, pão, café, uma fartura mesmo. Caímos dentro sem vergonha enquanto conversávamos com o tal pastor risonho. <strong>“E o pastor Quim, já está por aqui?</strong>” perguntou o Piu. <strong>“Quim? Não conheço”</strong> e riu bastante de novo. O pão que eu mastigava começava a embolar na boca.<strong> “Pô o cara tá zoando a gente” </strong>pensamos eu e o Piu. <strong>“Quantas igrejas estão aqui no acamp pastor?”</strong> nova pergunta do Piu. <strong>“Aqui só tem nós mesmos, da Quadrangular da Vila Gomes”</strong>. Olhei na cara do Piu com os olhos arregalados e percebi que ele ficava meio roxo, devia ser o pão entalado na garganta. Eu tomei um golão de café pra descer o pão que teimava em embolar na minha boca. <strong>“Ãnnnn pastor acho que estamos em acampamento errado, sabe?”</strong> O pastor que já era risonho não se aguentava de rir da nossa cara&#8230; e com razão eu faria a mesma coisa. Como consolo, ele nos deu o tel pra um futuro contato. Acho que ele estava com pena da gente uahuhauhauhau.</p>
<p>O nosso acamp era ao lado daquele local. Chegando no local certo, descobrimos que tinha um batera disponível ali. Mais uma vez nosso Deus demonstrou seu cuidado para com a gente.O Gilson tocou pra caramba. De quebra conhecemos dois caras de Deus mesmo: Marcelo (de Sampa)  e Caio (da 1ª IPI e do Projeto Morumbi, de Sorocaba) pastores visionários que fizeram a diferença a ponto de não deixar o tema do Acamp: Tanto faz, ninguém se lembra mesmo, prevalecer.</p>
<p>Esse 1º de abril, pra mim foi o dia da verdade imutável: o Deus Todo Poderoso não falha nas Suas metas.</p>
<p>Ah! O Véio estará de volta antes do que a gente pensava: dias 15 e 16 ele já irá com a gente pra Lorena. Depois eu conto como foram os micos lá&#8230;.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">by New®</span></p>
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		<title>Shibuya!</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 01:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>New</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Novo CD]]></category>

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		<description><![CDATA[Final de janeiro, estávamos nós chegando em Porto Feliz, interior de Sampa, para mais um evento e o Piu não parava de falar: Shibuya! Nem ele sabia explicar porque falava, só sabia que era um personagem do Maurão. Falava para definir vários significados sem que ninguém entendesse. Chaaato!
 Mas Shibuya mesmo aconteceu ontem, dia 20 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><a href="http://www.regrade.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/006.JPG"><img class="size-thumbnail wp-image-79 alignright" title="pastor Marcos" src="http://www.regrade.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/006-150x150.jpg" alt="006" width="150" height="150" /></a>Final de janeiro, estávamos nós chegando em Porto Feliz, interior de Sampa, para mais um evento e o Piu não parava de falar: Shibuya! Nem ele sabia explicar porque falava, só sabia que era um personagem do Maurão. </span><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Falava para definir vários significados sem que ninguém entendesse. Chaaato!</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm;"> <span style="font-family: Arial, sans-serif;">Mas Shibuya mesmo aconteceu ontem, dia 20 de fevereiro de 2010. </span><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Saímos 6h da manhã (ninguém merece) de Tatuí rumo a Sampa. Chegamos no Sala 92 Áudio Stúdio. Tudo tranquilo, só alegria. Pastor Marcos já estava lá nos espera<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><a href="http://www.regrade.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/005.JPG"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-69" title="Montando equipo" src="http://www.regrade.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/005-150x150.jpg" alt="Montando equipo" width="150" height="150" /></a></span>ndo. Montamos o equipo.</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Paulo Rogério (cantor, pastor, produtor) chegou com seu bom humor de sempre contagiando todo mundo. Menos o Nai que dormia pelos cantos. Tudo bem, justificável, afinal ele trampou a noite toda e ainda veio com a gente pra gravar.</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm;"> <span style="font-family: Arial, sans-serif;">Depois de colocarmos as fof&#8230; digo as informações pertinentes em dia, começamos a trabalhar. </span><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Foram cerca de 4 horas direto com todo trampo que é a gravação de um cd. Marquinho ralou muito, mas o resultado final foi muito bom. </span> </p>
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Fizemos uma pausa pro almoço. Paulo foi almoçar com sua família e nós decidimos comer um lanche numa padoca que tem pertinho do Estúdio. </span><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Aqui cabe um parêntese: nessa padoca tem um bolinho de bacalhau maravilhoso. </span><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Chegamos lá e já pedi 5 bolinhos (um pra cada, claro). Cada um pediu seu lanche. Enquanto esperávamos o lanche percebi que só eu e o Marquinho comemos os bolinhos, ninguém mais se interessou. Fiz um sacrifício e dividi o resto com ele. Depois de um lanchão cheio de bacon, voltamos pro Estúdio. Gravamos mais uma música; trocamos algumas ideias com o Paulo sobre as músicas, sobre nossos sonhos e sobre nós mesmos.</span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> <span style="font-family: Arial, sans-serif;">Encerrada essa etapa desmontamos tudo, nos despedimos da galera e começamos o retorno pra Tatuí. </span><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Na Castelo Branco, ainda bem próximo a Sampa, o Gui (que estava na Courier com o <span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><a href="http://www.regrade.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/031.JPG"><img class="size-thumbnail wp-image-73 alignright" title="Dormindo pra variar..." src="http://www.regrade.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/031-150x150.jpg" alt="Dormindo pra variar..." width="150" height="150" /></a></span></span></span></span>Marquinho) liga à cobrar (sem vergonha) pro Piu que estava com o Nai e comigo no meu carro. Estavam parados com problemas no carro. Shibuya! Paramos no acostamento um pouco à frente. O Piu correu até lá e deu uma bica no motor e ele voltou a funcionar. Quando ele voltou pro meu carro descobriu que a urucubaca estava se espalhando. O reservatório de água do radiador do meu carro trincou e começou a vazar água, fervendo o motor. Detalhe: Nai estava no meu carro (dormindo pra variar)   e ele tem um histórico de rivalidade com carros. Segundos antes ele tinha se gabado que não sairia do carro por causa do ar-condicionado, que deixamos de usar para não esquentar ainda mais o motor. Ainda bem que o resgate estava pertinho atendendo outro “cliente” e nos forneceu água pro radiador.</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Voltamos à estrada e uns 15km depois, a Courier começa a falhar de novo. Novamente o Piu vai lá e com carinho, faz o motor funfar de novo.  E assim foi até chegarmos em Tatuí.</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Ah! Num pedágio ganhamos uns vales que davam direito a um suco numa Lanchonete de Posto. Paramos no posto pra pegar mais água pro meu carro e aproveitamos pra tomar o suco. Tomamos e saímos, só o Nai ficou lá dentro comendo um salgado. Na hora de passar no caixa, tentaram cobrar o suco dele também. Alguém se lembra da palavra urucubaca? </span> <span style="font-family: Arial, sans-serif;">O fato é que, na próxima vez que formos pra Sampa, continuar a gravação, Nai e Gui (que dirigia a Courier do Marquinho) irão de busão.</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Para evitar a fadiga, né?</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"> </span></p>
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="color: #ff0000;">by New®</span></span></p>
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		<title>Sensatez, sensação, sem saber, sem perdão</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 03:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>New</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos perdidos da nossa mente...]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O que parece o auge do absurdo numa geração, muitas vezes torna-se o auge da sensatez na seguinte.&#8221;
 Adlai Stevenson  &#8211; governador do estado de Illinois (1949-1953)
Essa frase de Adlai Stevenson é uma triste realidade. 
Sensatez é a característica de pessoas equilibradas, críticas, prudentes, criteriosas. Mas ouço cada vez mais, não só por aí, pela TV ou Internet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #0000ff;">&#8220;O que parece o auge do absurdo numa geração, muitas vezes torna-se o auge da <strong>sensatez</strong> na seguinte.&#8221;<br />
</span><em><span style="color: #ff0000;"> Adlai Stevenson  &#8211; governador do estado de Illinois (1949-1953)</span></em></p>
<p>Essa frase de Adlai Stevenson é uma triste realidade. </p>
<p>Sensatez é a característica de pessoas equilibradas, críticas, prudentes, criteriosas. Mas ouço cada vez mais, não só por aí, pela TV ou Internet, mas perto de mim, de pessoas que me são próximas, que aparentam sensatez,  falando verdades pela metade. Omitem o ponto principal de um assunto que é vital. O que era insessatez antigamente se tornou verdade absoluta.</p>
<p>É como se eu fosse ao médico e ele me diagnosticasse com uma doença grave e  a seguir me receitasse um remédio cuja fórmula está com as propriedades abaixo do recomendado para  tal doença.   O efeito seria nulo.</p>
<p>Tomando o remédio talvez eu até tivesse uma pequena melhora pela própria expectativa de que o remédio fizesse efeito, mas certamente a doença acabaria por me vencer.</p>
<p>O fato é que sem a dosagem correta a doença progride. Sem a verdade total, o pecado prevalece.</p>
<p>Ouvi dias atrás alguém falando sobre o plano da salvação, regeneração, a troca do coração de pedra pelo de carne e tudo o mais. Estava tudo bem até que de repente percebi que ele estava terminando seu discurso e sequer citou a palavra CRUZ.</p>
<p>Ora, sem cruz não há salvação. A cruz é o centro cirúrgico onde Jesus nos atraiu em seu próprio corpo e efetuou a troca de corações. Lá Ele destruiu o nosso velho homem e nos refez, regenerou segundo a Sí mesmo, pois esta é a vontade do Pai: ter filhos e filhas semelhantes a Jesus. </p>
<p>Falar da Salvação de forma superficial, sem detalhes importantes poderá até dar a sensação de estarmos salvos, e isso agrada a muitos,  mas ser regenerado não é um sentimento é um ato de fé. E a fé vem pelo ouvir da Palavra de Deus. Sem sabermos essas verdades não há como sermos levados ao arrependimento e sem arrependimento não há perdão.</p>
<p>Peço ao Pai que coloque coragem e sabedoria na boca dos profetas para falarem a Verdade de forma integral, absoluta, sem mutações, adições ou subtrações.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">New®</span></strong></p>
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		<title>O último post</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 13:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos perdidos da nossa mente...]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A internet está alterando nossa relação com a posteridade.
Perguntaram a um ex-presidente do Liverpool Football Club, BillShankly, o que ele achava do futebol. A resposta de Shankly foi: “futebol não é uma questão de vida ou de morte. É mais importante que isso”. A mesma resposta cabe a uma pergunta sobre a internet. Por meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A internet está alterando nossa relação com a posteridade.</p>
<p>Perguntaram a um ex-presidente do Liverpool Football Club, BillShankly, o que ele achava do futebol. A resposta de Shankly foi: “futebol não é uma questão de vida ou de morte. É mais importante que isso”. A mesma resposta cabe a uma pergunta sobre a internet. Por meio dela, cada vez mais estamos estabelecendo uma nova relação com a posteridade.</p>
<p>Antes da internet, cada pessoa deixava ao mundo pistas desconexas sobre a sua vida, sinais acidentais do dia a dia. Qual seria o último retrato de alguém que tivesse, digamos, um súbito e fatal ataque do coração? Um cheque em alguma caixa. Um bilhete na porta da geladeira. Um recado em alguma secretária eletrônica. Um relatório burocrático escrito na manhã daquela fatalidade.</p>
<p>Hoje, nossos passos são muito mais claros, nossas pegadas são muito mais conscientes. Nós racionalizamos mais o registro de nossas atividades e pensamentos diários, por meio dessa chamada rede social. Temos retratos instantâneos de nossas vidas diárias. Dizemos ao mundo o que pensamos dele num blog, de graça, com toda a facilidade possível. Postamos fotos num momento e podemos não estar mais aqui no próximo.</p>
<p>Outro dia li na revista Newsweek um melancólico artigo sobre pais que perderam seus filhos muito cedo e o sentimento conflituoso com os fartos registros que os jovens tinham deixado nessas comunidades virtuais todas. E agora? Entrar neles para viver intensamente os últimos momentos de suas vidas? Ou se afastar para não enfrentar a dor da perda? Antigamente essa angústia se limitava a diarinhos fechados por um pequeno cadeado. Hoje são registros que estão expostos em escala planetária.</p>
<p>Com o tempo aprendemos que a morte é um fato que faz parte da vida. A cada dia estamos mais perto do dia em que não estaremos mais por aqui. Isso é um fato, não um pensamento depressivo. A possibilidade de uma morte súbita é ainda mais difícil de aceitar. Isso acontece com os outros. A gente entra no carro, vai para o trabalho, passeia no shopping, desce a serra, sobe o elevador, chora, ri, tosse, assoa o nariz. Passa na padaria, assiste à novela, lê mais uma página do livro, suspira, encontra algum conhecido na rua, resolve atravessar a avenida. Aí pode ser um motoboy, pode ser uma bala perdida, pode ser um derrame devastador, pode ser qualquer coisa. Acabou.</p>
<p>Aprendi com o tempo que a vida é mais do que um dia após o outro. A vida é um minuto depois do outro. Nasci a tempo de ver essa lenta e fabulosa revolução do registro digital. Não sou grande frequentador de Twitter e do orkut, mas me obrigo a escrever antes de dormir um novo post no meu blog. Não me parece mórbido a consciência de que cada post no blog, cada tweet, cada recado no Facebook pode ser o último. Apenas valoriza cada momento.&#8221; Extraído!</p>
<p>E você? Está preparado para seu último post?</p>
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		<title>Pé na estrada</title>
		<link>http://blog.regrade.com.br/?p=58</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 18:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos perdidos da nossa mente...]]></category>
		<category><![CDATA[Pé na estrada]]></category>
		<category><![CDATA[Rebanhão]]></category>

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		<description><![CDATA[Pé na estrada &#8211; Rebanhão
(Paulo Marotta)
O pé na estrada, o pensamento
O corpo quase solto pelo ar
Cabelo ao vento, o sol queimando
O horizonte, muito chão pra caminhar.
E ver novos lugares, gente nova conhecer
A vida vai rolando, porque não tem tempo a perder
Tantas estradas, tantas viagens
Aonde vão levar
Um coração que já se cansa de tanto procurar.
Um caminho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pé na estrada &#8211; Rebanhão<br />
(Paulo Marotta)</p>
<p>O pé na estrada, o pensamento<br />
O corpo quase solto pelo ar<br />
Cabelo ao vento, o sol queimando<br />
O horizonte, muito chão pra caminhar.</p>
<p>E ver novos lugares, gente nova conhecer<br />
A vida vai rolando, porque não tem tempo a perder<br />
Tantas estradas, tantas viagens<br />
Aonde vão levar<br />
Um coração que já se cansa de tanto procurar.</p>
<p>Um caminho, lugar seguro<br />
Um porto onde ancorar<br />
Aonde está, será que existe mesmo esse lugar.</p>
<p>A vida é uma estrada<br />
Que a gente sabe aonde vai chegar<br />
Você é livre para escolher<br />
O seu jeito de viver e de pensar.</p>
<p>Todos caminhos, menos um, levam a lugar nenhum<br />
O tempo vai passando e já é hora de mudar<br />
Pra outra estrada, pra outra vida<br />
Aonde vale a pena viver<br />
Mas só Jesus pode levar você pra lá.</p>
<p>Há um caminho, só um caminho<br />
Que pra vida um sentido pode dar<br />
É Jesus Cristo, melhor amigo<br />
Entre nessa e sua vida vai mudar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Deserto</title>
		<link>http://blog.regrade.com.br/?p=49</link>
		<comments>http://blog.regrade.com.br/?p=49#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 13:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>New</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos perdidos da nossa mente...]]></category>
		<category><![CDATA[deserto]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[regrade]]></category>

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		<description><![CDATA[Deserto, geograficamente falando, é uma região quase inóspita devido às temperaturas extremas, tanto alta como baixa, e escassez de água. Quando ouvimos alguém falar em deserto, logo nos vem à mente um lugar ruim, de sofrimento, de morte. A palavra é também usada para designar um lugar que não tem ninguém: “Durante o feriado prolongado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deserto, geograficamente falando, é uma região quase inóspita devido às temperaturas extremas, tanto alta como baixa, e escassez de água. Quando ouvimos alguém falar em deserto, logo nos vem à mente um lugar ruim, de sofrimento, de morte. A palavra é também usada para designar um lugar que não tem ninguém: “Durante o feriado prolongado, a cidade ficou deserta&#8230;”.<br />
Existem vários tipos de deserto e um deles é formado pelos ventos contra-alísios, que dissipam as nuvens deixando o céu aberto, o que permitindo que a luz solar aqueça ainda mais o solo.<br />
Na história do povo judeu, o deserto aparece várias vezes, obviamente por questões geográficas, mas com diferentes propósitos.<br />
Moisés foi chamado por Deus, mas, como um soldado que abandona a batalha, desertou. Fugiu para o deserto onde passou 40 anos de sua vida. Nesse período, Deus foi trabalhando na vida de Moisés até que ele estivesse pronto para libertar o povo judeu do Egito.<br />
Em seguida, o deserto é usado por Deus como um meio de purificação. O povo se rebelou contra Deus ao ponto de sentir saudade do tempo da escravidão no Egito. Dos que saíram do Egito, somente Josué entrou na terra prometida. Os demais eram descendência dos que morreram no deserto.<br />
Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado. Lá, após vencer todas as investidas do diabo, iniciou seu Ministério terreno.<br />
Hoje em dia, ouvimos pessoas dizerem que estão passando por um deserto, visto o tamanho dos problemas que estão passando. Porém, diante dos aspectos mostrados do deserto, podemos concluir que o deserto divino é um catalisador de transformações.<br />
No deserto divino há purificação. Lá o vento do Espírito dissipa as nuvens que nos impedem de ver a luz da Estrela da Manhã. Para lá somos levados pelo Espírito para sermos tratados, restaurados, transformados, aprovados. No deserto de Deus, a derrota se transforma em vitória, o que parece perdido é achado, a água jorra da Pedra que é Jesus.<br />
Uma vez que saímos de lá, certamente a aprovação de Deus estará sobre nós.<br />
Quando estivermos passando por um deserto, não murmuremos perguntando o porquê, mas estejamos atentos para perguntar: Para quê, Senhor?</p>
<p><strong>by New®</strong></p>
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		<title>SILÊNCIO E QUIETUDE!</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 22:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos perdidos da nossa mente...]]></category>

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		<description><![CDATA[Leituras: Salmo 46 e Mateus 6
“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” é talvez a ordem divina mais difícil de ser atendida.
A dificuldade está no fato de que é Deus quem fala, mas é o homem quem tem que se aquietar, deixando o motor de suas ansiedades parar, permitindo-se levar no ‘automático da confiança”.
Ansiedade é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leituras: Salmo 46 e Mateus 6</p>
<p>“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” é talvez a ordem divina mais difícil de ser atendida.</p>
<p>A dificuldade está no fato de que é Deus quem fala, mas é o homem quem tem que se aquietar, deixando o motor de suas ansiedades parar, permitindo-se levar no ‘automático da confiança”.</p>
<p>Ansiedade é algo tão terrível em razão do poder que tem de tornar o presente inaproveitável, escravizando o indivíduo, pela insegurança, à virtualidade agustiada do que não existe ainda, posto que a ansiedade se faz serva do futuro; ou seja: ela escraviza o ser ao que não é, e o impede de viver o dia que é Hoje.</p>
<p>A ansiedade é barulhenta, aflita, ruidosa, e, seus ruídos são como o barulho que se ouve a noite quando se anda sob fios de alta tensão: invisíveis, porém reais e destrutivos.</p>
<p>O ruído e a energia da ansiedade faz a alma se sentir eletrificada pelo sentir de uma força hostil e negativa, a qual, pela sua própria natureza, se alimenta de pre-ocupações&#8230; escravizando a alma ao fantasma que o medo concebeu como futuro.</p>
<p>O corpo todo sofre quando você está ansioso. Os braços, especialmente, parecem ficar lotados de um carga como que elétrica, e que vaza pelos membros, angustiada por fazer “um terra” que a descarregue&#8230;; embora, em se estando ansioso, nada absolutamente faça esse “terra” pelo qual se possa descarregar tal energia. Ao contrário, toda a tentativa de se ‘fazer terra’ apenas aumenta a ansiedade, posto que a ansiedade se alimenta da imprevisibilidade da terra&#8230; portanto, do tempo e do espaço.</p>
<p>A mente ansiosa trabalha correndo atrás do pior, angustiada por não saber o que reserva o amanhã. Assim, quanto mais energia alguém dedica à ansiedade, mais insaciável ela se torna, e mais fraca a pessoa se sentirá em relação o poder do que ainda não é&#8230;</p>
<p>Chega o ponto em que drenada, impotente, angustiada, gelada de medo, a pessoa passa a crer que todo o mal que ela teme a alcançará&#8230; e, assim, imagina que todas as não-soluções lhe acometerão&#8230;</p>
<p>A ansiedade é a fé no pior; é filha da desconfiança; é tão certa quanto a culpa de cada um; é tão implacável quanto o vatícinio de inimigos; é tão covarde quanto o diabo.</p>
<p>Por essa razão, assim como a fé é a certeza das boas coisas&#8230; a ansiedade é a expectativa amedrontada de tudo o que é ruim.</p>
<p>Daí, não raramente, a ansiedade chamar à existência justamente as coisas que pela ansiedade se teme&#8230; e das quais se fuge&#8230; ou se luta buscando fazer prevenção.</p>
<p>Na ansiedade não há fé, pois, onde há fé, aí não há ansiedade!</p>
<p>Na melhor das hipoteses a ansiedade gera uma fé nervosa e que existe em estado de desespero.</p>
<p>É por essa razão que eu disse no início que “aquietar-se” e esperar na intervenção de Deus é uma das coisas mais difícéis que se pode pretender realizar. Alías, se houver ansiedade jamais se terá tal descanso; posto que o estado de descanso vem da confiança e da entrega.</p>
<p>O que é mais ficífil nisso tudo é que o “aquietar-se” é algo que Deus ordena, mas é o homem quem tem que decidir.</p>
<p>“Aquietai-vos” evoca uma decisão pessoal; uma resolução; uma consciência que abre mão do instinto aflito de auto-defesa; é uma vontade de paz; um entregrar confiante da impotência pessoal, crendo que em tal paradoxo nasce o poder que realiza o impossível.</p>
<p>Aqueietar-se em Deus é o agir pelo não agir!</p>
<p>Provavelmente a maioria das pessoas só pensam nesse mandamento divino quando tudo está “preto”, e já não se tem saída. A contradição é que essa é a pior hora para se começar no caminho da quietude. Todavia, antes na calamidade do que nunca&#8230;</p>
<p>No entanto, o que se deve almejar é entrar num estado permanente de descanso e confiança, intentando fazer até mesmo com que a própria respiração e cadência do fluxo sangüinio se ponham também sob as bênçãos de tal ordem de vida dada por Deus.</p>
<p>Ou seja: é melhor se treinar na quietude todos os dias, fazendo exercício cotidianos de descanso da alma, chamando o ‘pôtro’ angustiado que há dentro de cada um de nós para acalmar-se junto às águas de descanso e nos pastos verdejantes da quietude interior.</p>
<p>Ora, se assim se faz em tempo de paz&#8230;, muito mais fácil fica não abandonar o compromisso com a confiança que gera quietude no dia da guerra; posto que se aprende na vida a começar das pequeninas coisas.</p>
<p>O fato é que é preciso que se ‘aquiete’ antes&#8230;, a fim de que de possa ‘saber” quem é Deus ‘depois’.</p>
<p>Deus se deixa conhecer como Deus na quietude confiante e no silêncio entregue e pacificado que vem da fé.</p>
<p>A questão é que temos horror de confiar, crer, entregar, abandonar, descansar, deixar a vida correr no fluxo&#8230;; e, sem temor, não temer peder nada&#8230;; posto que tudo aquilo que é entregue a Deus jamais se perde&#8230; mesmo que não esteja em nossas mãos.</p>
<p>Em meio a tudo isso&#8230;, nesse ‘aquietai-vos”&#8230;, há também com convite ao silêncio interior.</p>
<p>Deus fala no silêncio!</p>
<p>Silêncio em Deus é quando os processos mentais se acalmam, a alma se deita aconchegada, os espírito de levanta voluntário, o coração se aninha humilde, os ouvidos interiores se abrem, e, nossas vozes vocais ou não-vocais emudecem&#8230;; sim&#8230;, é depois de tudo isso que podemos ficar abertos para ouvir Deus no silêncio&#8230;</p>
<p>E Ele fala. Fala dentro de nós. Fala sem palavras e sem linguagem. Fala através de sentimentos&#8230; às vezes de angustias que emulam a consciência&#8230; às vezes através de brisas, ventos, folhas que se esvoam, pássaros que cantam, estações que mudam, luares sombrios ou iluminados; bem como através de gestos, acontecimentos, inspirações, alegrias puras, gratidão, esperança, sonhos&#8230;; e, sobretudo, mediante o silêncio da Palavra, que fala sem gritar, e que admoesta em consolação.</p>
<p>Experimente a santa irresponsabilidade de descansar em Deus, de dizer ‘tô nem aí&#8230; está nas mãos de Deus&#8230;’; ou, ainda, experimente fazer da quietude o seu tesouro, o seu modo de vida, o seu sentir mais normal, e sua ambição mais preciosa.</p>
<p>Ah! Grande alegria e contentamento há na confiança que sossega e se aquieta!</p>
<p>Quem assim faz&#8230; em fé&#8230; esse conhecerá a Deus. Sim, esse ‘saberá’ em profundidade acerca do poder que emana em favor da alma que se aninha na amizade de Deus.</p>
<p>Bem-aventurados os que se aquietam, pois eles saberão e conhecerão quem é Deus!</p>
<p>Pense nisso!</p>
<p>Caio Fábio</p>
<p>extraído de <a href="http://www.caiofabio.com/2009/conteudo.asp?codigo=02774">Caio Fábio</a></p>
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		<title>Paciência</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 13:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos perdidos da nossa mente...]]></category>

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		<description><![CDATA[Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados&#8230; Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma &#8216;lady&#8217; solta palavrões e berros que lembram as antigas &#8216;trabalhadoras do cais&#8217;&#8230; E o bem comportado executivo? O &#8216;cavalheiro&#8217; se transforma numa &#8216;besta selvagem&#8217; no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados&#8230; Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.</p>
<p>Por muito pouco a madame que parece uma &#8216;lady&#8217; solta palavrões e berros que lembram as antigas &#8216;trabalhadoras do cais&#8217;&#8230; E o bem comportado executivo? O &#8216;cavalheiro&#8217; se transforma numa &#8216;besta selvagem&#8217; no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar&#8230;</p>
<p>Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma &#8216;mala sem alça&#8217;. Aquela velha amiga uma &#8216;alça sem mala&#8217;, o emprego uma tortura, a escola uma chatice.</p>
<p>O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.</p>
<p>Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado&#8230;</p>
<p>Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.</p>
<p>Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.</p>
<p>A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.</p>
<p>Pergunte para alguém, que você saiba que é &#8216;ansioso demais&#8217; onde ele quer chegar?</p>
<p>Qual é a finalidade de sua vida?</p>
<p>Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.</p>
<p>E você?</p>
<p>Onde você quer chegar?</p>
<p>Está correndo tanto para quê?</p>
<p>Por quem?</p>
<p>Seu coração vai agüentar?</p>
<p>Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?</p>
<p>A empresa que você trabalha vai acabar?</p>
<p>As pessoas que você ama vão parar?</p>
<p>Será que você conseguiu ler até aqui?</p>
<p>Respire&#8230; Acalme-se&#8230;</p>
<p>O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência&#8230;</p>
<p>NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL&#8230;</p>
<p>SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA&#8230;</p>
<p><em>Arnaldo Jabor</em></p>
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		<title>Tempo?</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 13:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos perdidos da nossa mente...]]></category>
		<category><![CDATA[esperar]]></category>
		<category><![CDATA[paciência]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.</p>
<p>Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;</p>
<p>Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;</p>
<p>Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;</p>
<p>Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;</p>
<p>Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;</p>
<p>Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;</p>
<p>Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.</p>
<p>Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha?</p>
<p>Tenho visto o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar.</p>
<p>Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs o mundo no coração do homem, sem que este possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até ao fim.</p>
<p>Já tenho entendido que não há coisa melhor para eles do que alegrar-se e fazer bem na sua vida;</p>
<p>E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus.</p>
<p>Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele.</p>
<p>O que é, já foi; e o que há de ser, também já foi; e Deus pede conta do que passou.</p>
<p>Vi mais debaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniqüidade.</p>
<p>Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra.</p>
<p>Disse eu no meu coração, quanto a condição dos filhos dos homens, que Deus os provaria, para que assim pudessem ver que são em si mesmos como os animais.</p>
<p>Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade.</p>
<p>Todos vão para um lugar; todos foram feitos do pó, e todos voltarão ao pó.</p>
<p><em>Eclesiastes 3</em></p>
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		<title>De servo a filho!</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 11:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuscritos perdidos da nossa mente...]]></category>

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		<description><![CDATA[Gálatas 4.7 &#8211; &#8220;Portanto já não é mais servo, mas sim filho e herdeiro de Deus através de Cristo&#8221;
O amor dos pais vai muito além do que podemos imaginar.
Já ouvi muitas histórias deste amor e cuidado com os filhos, como exemplo a de um menino que caiu em um poço de jacaré e sem pensar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gálatas 4.7 &#8211; &#8220;<em>Portanto já não é mais servo, mas sim filho e herdeiro de Deus através de Cristo</em>&#8221;</p>
<p>O amor dos pais vai muito além do que podemos imaginar.<br />
Já ouvi muitas histórias deste amor e cuidado com os filhos, como exemplo a de um menino que caiu em um poço de jacaré e sem pensar duas vezes o pai pulou atrás. Ou a de uma mãe que mesmo sem saber nadar pulou em um rio onde seu filho havia caído. E até mesmo aquelas histórias dos pais que ficam sem comer pra dar o alimento aos seus filhos. Quantas noites sem dormir, quantas privações. Claro que não posso deixar de mencionar aquelas brincadeiras bobas, de se sujar com barro, fazer careta ou brincar de cavalinho. Os pais fazem muito por nós!<br />
Pare por um minuto e pense em que seu pai já vez por você&#8230;<br />
Pois é, isso me faz imaginar que mesmo todo o amor de Deus PAI para seu filho Jesus Cristo não O impediu de amar a humanidade tanto quanto amou.<br />
Como filho de Rei Jesus tinha um trono, honras, louvores, privilégios, vivia em ruas de ouro, cercado de murros de cristais. E nós éramos apenas criaturas, mas a redenção através do Único Herdeiro que foi sacrificado também nós transforma em filhos com direito de herança.<br />
Interessante pensar que todos os cuidados que Deus tem com seu filho Jesus Cristo Ele tem conosco também.<br />
Jesus nos aproximou do nosso PAI, nos fez herdeiros de muitas riquezas e a mais valiosa delas é a SALVAÇÃO.</p>
<p><em>Extraído</em></p>
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