1º de abril: o dia da verdade e o Mico
abr 12, 2010 Manuscritos perdidos da nossa mente..., Novidades, Viagens
Seria cômico se não fosse trágico ter um dia para fazer apologia à mentira ( e por tabela, a seu pai).
No dia 1º de abril de 2010, por voltas das 11h45min recebi uma ligação do Piu. Marquinho, nosso batera havia quebrado o pé, jogando futsal no dia anterior. A situação por si só já era ruim para todos, dolorosa pro Marquinho, quando a ficha ca… digo, quando a conexão foi estabelecida e o fato real fez o download. A gravação do 2º cd que demorou tanto tempo pra começar ia parar novamente. Mas era pior: no dia seguinte nós iríamos pra um acampamento em Araçoiaba da Serra com a galera da 8ª IPI de Sorocaba, tocar durante os 3 dias. O que fazer??? De repente me deu um PAM! (som de erro do windows). Era 1º de abril! O Véio (Marquinho) não costuma fazer isso mas ele poderia esta zoando com a gente. Quando saí pra almoçar passei na casa dele e descobri que a posssível “mentira” era verdade. Lá estava ele deitado na poltrona do papai com o pé esticado e usando uma bota ortopédica.
Conversamos um pouco; ele contou os detalhes; rimos como sempre fazemos nas nossas horas de dor. Ficaria 40 dias de molho. “QuarentadiasdemolhomeuDeusoquevamosfazer?” Pensava eu sem me concentrar enquanto faziamos piadas sobre a situação.
Almocei, voltei pro trampo, conversei com o Piu e com o Gui; começamos a pensar nas alternativas e logo descobrimos que todas eram inviáveis. Todos que conhecíamos e que poderiam nos ajudar já tinham compromisso. Apesar de não saber como seria, decidimos ir assim mesmo e honrar não só nossa palavra dada, mas honrar ao Deus que não falha. Comecei a falar com Ele e detalhei a angústia das minhas incertezas. Aí me lembrei que há muitos anos atrás, o Marquinho não pode participar de um evento com a gente. A situação era parecida. Fomos sem saber o que fazer e chengando lá tinha um cara jóia que se prontificou a tocar com a gente e foi uma benção. Então eu disse pra Deus: da mesma forma que o Senhor foi misericordioso com a gente naquela vez, seja agora e não permita que as minhas dúvidas e medos me dominem, mas que a certeza da Tua provisão tome o meu coração.
A partir desse momento me acalmei e descansei.
Saímos no dia seguinte como combinado e já no meio do caminho, novas desventuras em série: o pneu trazeiro da Courier furou. Mó trampo pra trocar o pneu, com a bendita carregada. Pneu trocado, prosseguimos a viagem. Seguindo o mapa que o Qui… ops, pastor Quim nos indicou, chegamos ao local do Acamp. “Poxa, estamos ficando tiozão mesmo, olha que galera diferente” pensei. Logo veio um cara muito risonho nos receber, perguntou de onde éramos, se queríamos tomar café e tals. Imagina que não né? Café é nosso sobrenome do meio. Ele, pastor Willian, nos levou para o refeitório do local, já baixou bolo, pão, café, uma fartura mesmo. Caímos dentro sem vergonha enquanto conversávamos com o tal pastor risonho. “E o pastor Quim, já está por aqui?” perguntou o Piu. “Quim? Não conheço” e riu bastante de novo. O pão que eu mastigava começava a embolar na boca. “Pô o cara tá zoando a gente” pensamos eu e o Piu. “Quantas igrejas estão aqui no acamp pastor?” nova pergunta do Piu. “Aqui só tem nós mesmos, da Quadrangular da Vila Gomes”. Olhei na cara do Piu com os olhos arregalados e percebi que ele ficava meio roxo, devia ser o pão entalado na garganta. Eu tomei um golão de café pra descer o pão que teimava em embolar na minha boca. “Ãnnnn pastor acho que estamos em acampamento errado, sabe?” O pastor que já era risonho não se aguentava de rir da nossa cara… e com razão eu faria a mesma coisa. Como consolo, ele nos deu o tel pra um futuro contato. Acho que ele estava com pena da gente uahuhauhauhau.
O nosso acamp era ao lado daquele local. Chegando no local certo, descobrimos que tinha um batera disponível ali. Mais uma vez nosso Deus demonstrou seu cuidado para com a gente.O Gilson tocou pra caramba. De quebra conhecemos dois caras de Deus mesmo: Marcelo (de Sampa) e Caio (da 1ª IPI e do Projeto Morumbi, de Sorocaba) pastores visionários que fizeram a diferença a ponto de não deixar o tema do Acamp: Tanto faz, ninguém se lembra mesmo, prevalecer.
Esse 1º de abril, pra mim foi o dia da verdade imutável: o Deus Todo Poderoso não falha nas Suas metas.
Ah! O Véio estará de volta antes do que a gente pensava: dias 15 e 16 ele já irá com a gente pra Lorena. Depois eu conto como foram os micos lá….
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Shibuya!
fev 23, 2010 Novidades, Novo CD
Final de janeiro, estávamos nós chegando em Porto Feliz, interior de Sampa, para mais um evento e o Piu não parava de falar: Shibuya! Nem ele sabia explicar porque falava, só sabia que era um personagem do Maurão. Falava para definir vários significados sem que ninguém entendesse. Chaaato!
Mas Shibuya mesmo aconteceu ontem, dia 20 de fevereiro de 2010. Saímos 6h da manhã (ninguém merece) de Tatuí rumo a Sampa. Chegamos no Sala 92 Áudio Stúdio. Tudo tranquilo, só alegria. Pastor Marcos já estava lá nos espera
ndo. Montamos o equipo.
Paulo Rogério (cantor, pastor, produtor) chegou com seu bom humor de sempre contagiando todo mundo. Menos o Nai que dormia pelos cantos. Tudo bem, justificável, afinal ele trampou a noite toda e ainda veio com a gente pra gravar.
Depois de colocarmos as fof… digo as informações pertinentes em dia, começamos a trabalhar. Foram cerca de 4 horas direto com todo trampo que é a gravação de um cd. Marquinho ralou muito, mas o resultado final foi muito bom.
Fizemos uma pausa pro almoço. Paulo foi almoçar com sua família e nós decidimos comer um lanche numa padoca que tem pertinho do Estúdio. Aqui cabe um parêntese: nessa padoca tem um bolinho de bacalhau maravilhoso. Chegamos lá e já pedi 5 bolinhos (um pra cada, claro). Cada um pediu seu lanche. Enquanto esperávamos o lanche percebi que só eu e o Marquinho comemos os bolinhos, ninguém mais se interessou. Fiz um sacrifício e dividi o resto com ele. Depois de um lanchão cheio de bacon, voltamos pro Estúdio. Gravamos mais uma música; trocamos algumas ideias com o Paulo sobre as músicas, sobre nossos sonhos e sobre nós mesmos.
Encerrada essa etapa desmontamos tudo, nos despedimos da galera e começamos o retorno pra Tatuí. Na Castelo Branco, ainda bem próximo a Sampa, o Gui (que estava na Courier com o
Marquinho) liga à cobrar (sem vergonha) pro Piu que estava com o Nai e comigo no meu carro. Estavam parados com problemas no carro. Shibuya! Paramos no acostamento um pouco à frente. O Piu correu até lá e deu uma bica no motor e ele voltou a funcionar. Quando ele voltou pro meu carro descobriu que a urucubaca estava se espalhando. O reservatório de água do radiador do meu carro trincou e começou a vazar água, fervendo o motor. Detalhe: Nai estava no meu carro (dormindo pra variar) e ele tem um histórico de rivalidade com carros. Segundos antes ele tinha se gabado que não sairia do carro por causa do ar-condicionado, que deixamos de usar para não esquentar ainda mais o motor. Ainda bem que o resgate estava pertinho atendendo outro “cliente” e nos forneceu água pro radiador.
Voltamos à estrada e uns 15km depois, a Courier começa a falhar de novo. Novamente o Piu vai lá e com carinho, faz o motor funfar de novo. E assim foi até chegarmos em Tatuí.
Ah! Num pedágio ganhamos uns vales que davam direito a um suco numa Lanchonete de Posto. Paramos no posto pra pegar mais água pro meu carro e aproveitamos pra tomar o suco. Tomamos e saímos, só o Nai ficou lá dentro comendo um salgado. Na hora de passar no caixa, tentaram cobrar o suco dele também. Alguém se lembra da palavra urucubaca? O fato é que, na próxima vez que formos pra Sampa, continuar a gravação, Nai e Gui (que dirigia a Courier do Marquinho) irão de busão.
Para evitar a fadiga, né?
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Sensatez, sensação, sem saber, sem perdão
jan 21, 2010 Manuscritos perdidos da nossa mente..., Novidades
“O que parece o auge do absurdo numa geração, muitas vezes torna-se o auge da sensatez na seguinte.”
Adlai Stevenson – governador do estado de Illinois (1949-1953)
Essa frase de Adlai Stevenson é uma triste realidade.
Sensatez é a característica de pessoas equilibradas, críticas, prudentes, criteriosas. Mas ouço cada vez mais, não só por aí, pela TV ou Internet, mas perto de mim, de pessoas que me são próximas, que aparentam sensatez, falando verdades pela metade. Omitem o ponto principal de um assunto que é vital. O que era insessatez antigamente se tornou verdade absoluta.
É como se eu fosse ao médico e ele me diagnosticasse com uma doença grave e a seguir me receitasse um remédio cuja fórmula está com as propriedades abaixo do recomendado para tal doença. O efeito seria nulo.
Tomando o remédio talvez eu até tivesse uma pequena melhora pela própria expectativa de que o remédio fizesse efeito, mas certamente a doença acabaria por me vencer.
O fato é que sem a dosagem correta a doença progride. Sem a verdade total, o pecado prevalece.
Ouvi dias atrás alguém falando sobre o plano da salvação, regeneração, a troca do coração de pedra pelo de carne e tudo o mais. Estava tudo bem até que de repente percebi que ele estava terminando seu discurso e sequer citou a palavra CRUZ.
Ora, sem cruz não há salvação. A cruz é o centro cirúrgico onde Jesus nos atraiu em seu próprio corpo e efetuou a troca de corações. Lá Ele destruiu o nosso velho homem e nos refez, regenerou segundo a Sí mesmo, pois esta é a vontade do Pai: ter filhos e filhas semelhantes a Jesus.
Falar da Salvação de forma superficial, sem detalhes importantes poderá até dar a sensação de estarmos salvos, e isso agrada a muitos, mas ser regenerado não é um sentimento é um ato de fé. E a fé vem pelo ouvir da Palavra de Deus. Sem sabermos essas verdades não há como sermos levados ao arrependimento e sem arrependimento não há perdão.
Peço ao Pai que coloque coragem e sabedoria na boca dos profetas para falarem a Verdade de forma integral, absoluta, sem mutações, adições ou subtrações.
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“D”
mar 1, 2009 Manuscritos perdidos da nossa mente..., Novidades
Depois de dia difícil, desses de dar dor, disse divagando devagar: “D”.
Quando se quer algo na vida devemos sonhar. Todos devemos ter sonhos e para passá-los para realidade são necessários vários “D”.
Desejo: Devemos desejar intensamente realizar o sonho, a ponto de vizualizá-lo. Não estou falando de pensamento positivo, estou falando de fé.
Despreendimento: Uma vez desejado o sonho, devemos nos despreender daquilo que não irá contribuir para realizá-lo ou que seja supérfluo durante a sua realização.
Determinação: Devemos ser determinados, fixar a mira no alvo desejado e ir direto pra ele.
Disposição: Há que se estar bem disposto pois na maioria das vezes haverá muitas barreiras entre nós e nossos sonhos.
Disciplina: Parece uma palavra muito rígida… e é. Afinal, o que será de nossos sonhos quando, num dia de revés, ainda que por um momento, perdermos a disposição? A disciplina manterá o alvo na mira.
Domínio próprio: Provalmente o mais difícil de todos os itens aqui, uma vez que, para se tê-lo, é preciso não ter domínio algum sobre si mesmo. O domínio próprio só entra em ação quando é necessária uma decisão contrária à nossa vontade.
Portanto, embora o nome sugira uma decisão nossa, ele, domínio próprio, tem sua função ativada por um Agente Externo. Ele sustenta o sonho quando o desejo diminui, o despreendimento se prende, a determinação se detém, a disposição se vai e a disciplina se quebra.
Jesus desejou realizar o Sonho de Seu Pai, o de ter uma grande família.
Despreendeu-se de Sua Glória e Majestade e, determinado, fixou o alvo em nós.
Teve disposição para ensinar, alimentar e curar.
Foi disciplinado, orando no mínimo 1 hora enquanto os discípulos dormiam.
Mas quando o cálice parecia amargo demais, quando a cruz parecia pesada demais, Ele usou o domíno próprio e foi até fim para que houvesse um novo começo para nós.
Paradoxalmente, o Agente Externo é o Agente Interno, Jesus, que vive e reina dentro de mim. E de você?
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Tudo de novo e outra vez…
jan 15, 2009 Novidades, Novo CD
Após algumas semanas de férias, retornamos hoje (15/1) com força total ao nosso novo projeto.
Esse nome (provisório) ‘tá dando trabalho, mas um trabalho muito prazeroso. ‘Tá quase no ponto agora; acreditamos que ainda na segunda quinzena de janeiro começaremos a gravar a base das músicas.
Sei que venho anunciando isso há tempos, mas a demora será recompensada. Estamos buscando fazer o melhor, superar nossos limites mesmo, afinal nosso Deus merece o melhor de nós!
É isso aí. Manterei as novidades em dia, seja dos ensaios ou das gravações.
To be continued…
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It´s over!
set 1, 2008 Novidades, Novo CD
Finalmente acabou, já era, foi… rssss
Terminamos a fase de criação, agora só falta aparar umas arestas aqui e ali e entraremos em estúdio para começarmos a gravar.
O cd se chamará Esse nome e as 12 músicas serão:
Esse nome
Bendito
A Ti Senhor
Não abro mão
Teu chamado
Tua Palavra
Canção de Amor
Motivo
O que ficou pra trás
Santo
Pai de Amor
Por tudo o que faz
I´m very happy….
Bjs
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Cruz! Panela! Paixão!
ago 2, 2008 Manuscritos perdidos da nossa mente..., Novidades
“Palavras não conseguem convencer, são fáceis de mudar e às vezes nada querem dizer.
Às vezes elas vêm do coração, mas podem enganar, falar daquilo que não viveu.
(…)
Não só palavras que falem de amor mas atitudes de quem saber amar…”
Raízes
Sempre gostei muito dessa música do Raízes não só pela melodia e arranjos, mas pela mensagem que ela passava e ainda passa.
Falar é sempre mais fácil que fazer. Falar sem conhecimento de causa então é trivial.
Desde os 16 anos dedico minha vida ao ministério que nasceu do sonho de 4 jovens amigos. Quase 22 anos se passaram e durante esse tempo levamos o evangelho que regenera e salva para sempre, a muitas cidades de vários estados brasileiros, através da música. Embora nossa finalidade seja levar o povo à adoração, também buscamos inserir nas nossas músicas o motivo que nos leva a adorar: a regeneração de nossas vidas que nos mostrou que somente o Deus trino é digno de ser adorado
Investimos tempo, dinheiro, lágrimas, orações, nossas forças… mas sempre parecia que poderíamos fazer mais.
Então conhecemos Marcelo Fedoruka, idealizador do MCC – Missionários Cristãos Cooperadores – e seu projeto missionário realizado em Araçaíba, distrito de Apiaí/SP.
Ouvindo seu testemunho e vendo as imagens que ele mostrava enquanto falava, nasceu em nosso coração o desejo de conhecer de perto esse projeto. Entramos em contato com ele posteriormente e nos colocamos a disposição para ir na viagem seguinte que ele faria no final de julho de 2008.
Levamos todo nosso equipamento mas não nos limitamos a dirigir o louvor nos cultos; queríamos mais e fomos juntos com os outros missionários visitando as casas e convidando as pessoas para estarem no culto que seria realizado.
A partir daquele momento começamos a aprender de forma profunda o verdadeiro sentido da palavra compaixão… amor pelas almas perdidas.
Casa após casa o que víamos causava vergonha e uma profunda tristeza pela inércia em que a maioria do povo de Deus vive. Casas feitas ora de madeira cheia de frestas, ora com caixas de leite, sem saneamento básico, sem roupas para o frio intenso daquela região, sem comida, sem esperança…
Minha primeira reação foi chorar. Depois dar graças a Deus por me levar a conhecer essa realidade de perto. Agradecer a Deus porque designou pessoas como o Marcelo e tantas outras que desde 2004 fazem a diferença para aquele povo, levando não só o evangelho que regenera, mas também amor, carinho, roupas, mantimentos e entregando inclusive, à Prefeitura de Apiaí, um consultório dentário construído nas dependências da igreja para que a população pudesse ser atendida. Dentre os missionários que vão regularmente a Araçaíba estão médicos e dentistas que atendem a população sem custo algum. Pelo contrário, eles pagam para poderem ir. Essa é a loucura da Cruz.
No filme da nossa vida o tempo é curto e o trabalho imenso. Jesus, o diretor, está a gritar imperativamente:
- Cruz! Panela! Paixão!
O que você tem feito?
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Trânsito, transeunte, transe
jun 2, 2008 Manuscritos perdidos da nossa mente..., Novidades
Caos.
Essa é a palavra que mais se ouve para definir a situação do trânsito nas cidades grandes. Afinal, Caos era conhecido na mitologia grega como o deus da confusão, da desordem, que causava divisão, cisão.
Vi na tv diversos especialistas – sociólogos, antropólogos – tentando explicar as atitudes agressivas que têm ocorrido no trânsito: discussões, brigas, assassinatos. Um antropólogo disse que o Homem ainda vê o uso do carro como status, sentindo-se dentro dele superior e imbatível. Outro especialista em trânsito diz que a impunidade leva essas pessoas a fazerem o que fazem. A perplexidade diante desses fatos é a única concordância.
Muitos diagnósticos da doença, mas nenhum remédio é indicado. Apenas ações paliativas.
Egocentrismo ou falta de cabresto, o fato que eles, especialistas ou não, não entendem é que, tanto motoristas como transeuntes, estão numa espécie de “transe” espiritual que os torna insensíveis, instáveis e extremamente agressivos. Fazem o que fazem porque já nasceram com o coração perverso e corrupto, propenso a fazer o mal.
Com diagnóstico errado, o tratamento é ineficaz.
Com o diagnóstico certo….:
“Nascem e já se desencaminham proferindo mentiras” Salmos 58:3
“Todos pecaram e carecem da glória de Deus” Romanos 3:23
“Enganoso é o coração, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?” Jeremias 17:9
…é possível usar a posologia adequada:
“…e eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo” João 12:32
“sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos” Romano 6:6
“Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. “ Ezequiel 36:26
O Médico é Jesus, o remédio é sua Palavra, mas quem ministra as doses são os enfermeiros.
Ache em mim, Senhor, as qualidades de um enfermeiro.
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