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Shibuya!
fev 23, 2010 Novidades, Novo CD 1 Comment
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Final de janeiro, estávamos nós chegando em Porto Feliz, interior de Sampa, para mais um evento e o Piu não parava de falar: Shibuya! Nem ele sabia explicar porque falava, só sabia que era um personagem do Maurão. Falava para definir vários significados sem que ninguém entendesse. Chaaato!
Mas Shibuya mesmo aconteceu ontem, dia 20 de fevereiro de 2010. Saímos 6h da manhã (ninguém merece) de Tatuí rumo a Sampa. Chegamos no Sala 92 Áudio Stúdio. Tudo tranquilo, só alegria. Pastor Marcos já estava lá nos espera
ndo. Montamos o equipo.
Paulo Rogério (cantor, pastor, produtor) chegou com seu bom humor de sempre contagiando todo mundo. Menos o Nai que dormia pelos cantos. Tudo bem, justificável, afinal ele trampou a noite toda e ainda veio com a gente pra gravar.
Depois de colocarmos as fof… digo as informações pertinentes em dia, começamos a trabalhar. Foram cerca de 4 horas direto com todo trampo que é a gravação de um cd. Marquinho ralou muito, mas o resultado final foi muito bom.
Fizemos uma pausa pro almoço. Paulo foi almoçar com sua família e nós decidimos comer um lanche numa padoca que tem pertinho do Estúdio. Aqui cabe um parêntese: nessa padoca tem um bolinho de bacalhau maravilhoso. Chegamos lá e já pedi 5 bolinhos (um pra cada, claro). Cada um pediu seu lanche. Enquanto esperávamos o lanche percebi que só eu e o Marquinho comemos os bolinhos, ninguém mais se interessou. Fiz um sacrifício e dividi o resto com ele. Depois de um lanchão cheio de bacon, voltamos pro Estúdio. Gravamos mais uma música; trocamos algumas ideias com o Paulo sobre as músicas, sobre nossos sonhos e sobre nós mesmos.
Encerrada essa etapa desmontamos tudo, nos despedimos da galera e começamos o retorno pra Tatuí. Na Castelo Branco, ainda bem próximo a Sampa, o Gui (que estava na Courier com o
Marquinho) liga à cobrar (sem vergonha) pro Piu que estava com o Nai e comigo no meu carro. Estavam parados com problemas no carro. Shibuya! Paramos no acostamento um pouco à frente. O Piu correu até lá e deu uma bica no motor e ele voltou a funcionar. Quando ele voltou pro meu carro descobriu que a urucubaca estava se espalhando. O reservatório de água do radiador do meu carro trincou e começou a vazar água, fervendo o motor. Detalhe: Nai estava no meu carro (dormindo pra variar) e ele tem um histórico de rivalidade com carros. Segundos antes ele tinha se gabado que não sairia do carro por causa do ar-condicionado, que deixamos de usar para não esquentar ainda mais o motor. Ainda bem que o resgate estava pertinho atendendo outro “cliente” e nos forneceu água pro radiador.
Voltamos à estrada e uns 15km depois, a Courier começa a falhar de novo. Novamente o Piu vai lá e com carinho, faz o motor funfar de novo. E assim foi até chegarmos em Tatuí.
Ah! Num pedágio ganhamos uns vales que davam direito a um suco numa Lanchonete de Posto. Paramos no posto pra pegar mais água pro meu carro e aproveitamos pra tomar o suco. Tomamos e saímos, só o Nai ficou lá dentro comendo um salgado. Na hora de passar no caixa, tentaram cobrar o suco dele também. Alguém se lembra da palavra urucubaca? O fato é que, na próxima vez que formos pra Sampa, continuar a gravação, Nai e Gui (que dirigia a Courier do Marquinho) irão de busão.
Para evitar a fadiga, né?
by New®